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Notícias gerais › 02/08/2020

Sacerdote, expressão do amor de Deus

No mês de agosto, mês das vocações, todo domingo elevaremos a Deus louvores por cada vocação que ele contituiu para cuidar e formar o seu povo. De modo muito especial hoje celebramos o Dia do Sacerdote, que é expressão do amor de Deus.

Ser padre é ser pai, cuidar do rebanho que lhe foi confiado. Seguir os caminhos, os passos de Cristo aqui na terra, aconselhando aqueles que erram, mostrando por onde trilhar e não se separar de Jesus, sendo caridoso, amoroso com o próximo, ser humilde. As mão de um sacerdote é ungida e através deste ministério ele pode perdoar, abençoar.

Na palavra de Deus em Hebreus 5, 1-2 diz: ” De fato todo sumo sacerdote é tomado do meio do povo e representa o povo nas suas relações com Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados. Ele saber ter compaixão dos que estão na ignorância e no erro, porque ele mesmo esta cercado de fraquezas.”

Amemos e rezemos os Padre, que o vejamos como “in persona Christi”, pois é Cristo que age por ele. De modo espeicla pedimos para que Deus sucite nos jovens essa belissima vocação e envie mais operarios para a sua messe.


Testemunho Padre Afonso Wosny

Meu nome é Pe. Afonso Wosny Filho. Sou Padre de Schoenstatt e fui ordenado sacerdote no dia 24 de maio de 2008 em Londrina, no sul do Brasil. Como membro do Instituto dos Padres de Schoenstatt, como meus irmãos de comunidade, temos a missão de ser a parte central e motriz de toda a Obra de Schoenstatt, ou seja, servir, inspirar, motivar e conduzir o Movimento apostólico de Schoenstatt.

Como sacerdote, tenho contato com pessoas de todas as idades, classes sociais, realidades de vida e é uma alegria muito grande para mim tentar ser imagem e presença de Cristo, do Cristo dos vínculos, para pessoas diferentes, poder servir às pessoas que Deus coloca no meu caminho e acreditar que é Ele mesmo quem as pôs diante de mim…

Dá-me especial alegria acompanhar os jovens e servi-los pela alegria que eles transmitem, pela força do seu testemunho, pela certeza de que eles são o futuro da nossa Igreja e também acompanhar as famílias, a grande “célula da sociedade”.

Também gostaria de partilhar que Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, tem um lugar especial na minha vocação pessoal e no meu sacerdócio. Eu fiz uma Aliança de Amor com Ela e procuro dividir com Maria tudo o que eu vivo como sacerdote, ofereço-lhe também as minhas obras e procuro ser rosto, presença Dela onde Deus me leva. Eu devo muito da descoberta do chamado que Cristo me fazia a Maria e a Ela sou profundamente agradecido por tudo que Ela já obrou e transformou na minha vida no seu Santuário de Schoenstatt.

Há uma consigna muito simples que eu recordo muitas vezes e que me motiva a ser fiel ao meu sacerdócio e à aspiração à santidade e é: “Ninguém dá o que não tem”, ou seja, eu preciso “ter”, estar cheio de Deus para levar Deus às pessoas, então, eu procuro valorizar muito também o cultivo da vida interior para estar com o coração em união com o mundo de Deus e assim, ser um instrumento para que o amor infinito, sem medidas, incondicional do Pai possa chegar a todos, especialmente aos que mais necessitam…No fundo, minha maior alegria é quando as pessoas podem ter uma experiência do amor, da bondade e da misericórdia do Pai.

Peço ao Senhor fidelidade para sempre e viver a minha vocação, sempre, com muita alegria e apaixonado por Cristo.

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