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O caminho à consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria

“A Vós , ao vosso Coração Imaculado, Nós como Pai comum da grande família cristã, como Vigário daquele a quem foi dado todo o poder no céu e na terra (Mt 28,18), e de quem recebemos a solicitude de quantas almas remidas com o seu sangue povoam o mundo universo, a Vós, ao vosso Coração Imaculado, nesta hora trágica da história humana, confiamos, entregamos, consagramos não só a Santa Igreja, corpo místico de vosso Jesus, que pena e sangra em tantas partes e por tantos modos atribulada, mas também todo o mundo, dilacerado por profundas discórdias, abrasado em incêndios de ódio, vítima de suas próprias iniquidades.”

“Enfim como ao Coração do vosso Jesus foram consagrados a Igreja e todo o gênero humano, para que, colocando nele todas as suas esperanças, lhes fosse sinal e penhor de vitória e salvação (Cf. Lit. Enc. Annum Sacrum : Acta Leonis XII Vol. 19 p. 79), assim desde hoje Vos sejam perpetuamente consagrados também a Vós e ao vosso Coração Imaculado, ó Mãe nossa e Rainha do mundo: para que o vosso amor e patrocínio apresse o triunfo do Reino de Deus, e todas as gerações humanas, pacificadas entre si e com Deus, a Vós proclamem bem-aventurada; e convosco entoem, de um polo ao outro da terra, o eterno Magnificat de glória, amor, reconhecimento ao Coração de Jesus, onde só podem encontrar a Verdade, a Vida e a Paz”

“Quantas vezes experimentamos que o amor humano com o tempo se gasta e busca alternativas, ou voa de galho em galho, como um pássaro. Com Maria, isso não acontece. Seu amor é profundo, fiel e eterno, como o amor do próprio Deus. Mesmo o autêntico amor terreno, apaga-se e perde fácil e rapidamente o vigor, devido à distância exterior e à separação. O amor de Maria por nós não conhece esta fraqueza. Está sempre junto de nós. Ela nos vê e nos ama em Deus e por causa dele que é eternamente o mesmo. O amor terreno desmorona facilmente quando é retribuído com ingratidão. O amor de Maria é desprendido e puro, não se deixa confundir pela ingratidão. Nem mesmo a morte nos separa dela. Ela é e permanece nossa Mãe. Ela nos acompanha amorosamente até o trono do eterno Juiz para ali nos defender e nos conduzir à felicidade do céu, ou nos sustentar com seu auxílio e seu consolo no purgatório. Assim é o coração que se nos doa mediante a Aliança de Amor.”

Trechos do livro: Maria, mãe e educadora: uma mariologia aplicada / Padre José Kentenich; traduzida pela Ir. Maria da Graça Sales (Pag. 19,21,218)

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