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Notícias gerais › 12/06/2020

Fundamento da incorporação em Cristo

O Grande amor divino-humano ainda não se esgotara com a imolação no Gólgota. Quando Jesus morreu na cruz como segundo Adão, rasgou o documento de condenação que mantinha a humanidade em triste exílio há milhares de anos, e com isso abriu novamente o reino da filiação divina para todos.

Mas só seremos admitidos nesse reino por uma misteriosa incorporação a Ele, pela qual seremos introduzidos em sua própria relação filial com o Pai. Só em Cristo podemos ir ao Pai. Porque esta incorporação é um grande mistério, falamos do “Corpus Christi Mysticum“, do Corpo Místico de Cristo.

A união de um filho de Deus com Cristo é mais intima que a união entre irmão e irmã. Ela é chamada na Sagrada Escritura de união esponsal. Assim se exprime São Paulo na Epístola aos Coríntios: “Eu vos desposei com um esposo único para vos conduzir a Cristo como uma virgem pura” (2Cor 11,2).

Toda a alma no estado de graça santificante, e, podemos dizer também, todo o filho de Deus, quer seja homem quer seja mulher, neste sentido é esposa de Cristo, ou seja, vive em contínua união mística com Cristo, numa profunda comunhão de vida e de destino. Quem pertence ao estado virginal tornou exclusiva esta relação esponsal.

O santo do dia-a-dia sabe disso e cuida que sua comunhão de vida com Cristo amadureça e atue como uma íntima comunhão de amor.

 

Trecho da palestra do Pe. José Kentenich
Congresso em 1946, citado em Cristo minha Vida

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