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3º DIA do TRÍDUO – Consciência de Missão

Dia 20 de maio de 2020 recordamos os 75 anos da libertação Vitoriosa do Padre José Kentenich do Campo de Concentração de Dachau.

Em 20 de maio de 2020 celebramos o jubileu dos 75 anos do retorno do Pe. José Kentenich a Schoenstatt, após sua libertação do Campo de Concentração de Dachau, no qual permaneceu por mais de três anos.

Pe. Kentenich não se opôs a ir para o campo de concentração, pois acreditou que esta era a vontade de Deus: ofereceu sua liberdade exterior para conquistar a liberdade interior dos filhos de Schoenstatt.

Ao tomar esta decisão pede que a Família de Schoenstatt o acompanhe neste tempo e aprofunde a Aliança de Amor, no sentido do amor a cruz, para alcançar a verdadeira liberdade dos filhos de Deus. Neste tempo a família de Schoenstatt viveu profundamente a solidariedade de destinos com o Fundador, no espírito da nova comunidade: um no outro, com o outro, para o outro.

Mais tarde o Fundador dirá: “A querida Mãe de Deus fez irradiar de modo maravilhoso a luz divina sobre nós, infundiu-nos confiança divina, concedeu-nos força divina, e o fruto deste atuar foi a singular fusão de almas, entre o Fundador e os membros da Obra, entre pais e filhos, também uma fusão singular de almas dos membros da Família entre si. Esta é a mais singular expressão da fidelidade à Aliança”.

O retorno de Dachau é a confirmação do caráter divino da Obra de Schoenstatt e a firme consciência de missão da parte do Pe. Kentenich. Percebe que Deus o chama a abraçar as forças vitais do cristianismo, a fim de que volte a ser patrimônio de toda a Igreja. Daí concluirá que “ a pequenez dos instrumentos, a grandeza das dificuldades e os êxitos obtidos nos mostram que é Deus quem está por detrás desta missão”.

A Mãe de Deus quer instrumentos para resgatar no mundo moderno a imagem de um Deus pessoal e misericordioso. O SIM a Aliança de Amor com a Mãe Três Vezes Admirável é um cooperar humano com a graça para a formação do “novo homem” e de uma “nova ordem social”. Somos instrumentos a serviço da MTA para a renovação do mundo em Cristo.

Ao celebrarmos este jubileu queremos dizer com o Pe. Kentenich: “… deveríamos ser gratos a querida Mãe de Deus, porque ela guardou a fildelidade. Mas devo acrescentar: deveríamos também ser gratos porque Ela deu a nós a graça de uma fidelidade inabalável. Portanto, não apenas ela permaneceu fiel a nós, mas também lhe guardamos fidelidade. Ela nos intercedeu a graça de permanecermos fieis de modo tão heroico”.

Eroni e Silvio Dala Rosa – Instituto de Famílias de Schoenstatt

 

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