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2º DIA do TRÍDUO – Aliança de Amor

Dia 20 de maio de 2020 recordamos os 75 anos da libertação Vitoriosa do Padre José Kentenich do Campo de Concentração de Dachau.

Mensagem para a reflexão:

A Aliança de Amor nos une a Maria com laços de profundo afeto e doação. Une-nos a Ela como nossa Mãe e Rainha. Isto implica, ao mesmo tempo, um outro fato: se somos filhos de Maria, reconhecemo-nos entre nós como irmãos.

A Aliança de Amor forma família. Não é simplesmente uma relação individual minha com Nossa Senhora. Selar a aliança significa começar a fazer parte de um povo, de uma família.

A dimensão comunitária pertence à própria natureza da aliança. Disto dão testemunho tanto o Antigo como o Novo Testamento. O sacramento do batismo, ao submergir-nos na Nova Aliança, nos torna membros de Cristo e irmãos entre nós: em Cristo Jesus formamos um só corpo.

A queda de Adão e Eva não só toca a eles, mas sua infidelidade repercute profundamente em toda a raça humana.

A história da restauração do vínculo de amor, rompido por nossos primeiros pais, possui uma trama comunitária. Deus procura homens para formar com eles um povo. Sela com eles uma aliança pela qual passa ser “seu Deus” e eles “seu povo”.

A pessoa individual só se incorpora à aliança integrando-se no “povo da aliança”, formando uma “família de aliança”.

A Igreja representa o cume da solidariedade não só entre Deus e os homens, mas também dos homens entre si. Porque somos em Cristo “um só Corpo e um só Espírito” (Ef 4,4), por que há “um só Senhor; uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, por todos e em todos” (Ef 4, 5-6).

A Aliança de Amor com Maria nos leva a viver intensamente esta realidade. Disto dá testemunho toda a história de Schoenstatt. Pela aliança somos família e constituímos uma “solidariedade de destinos”; estamos “entrelaçados” uns com os outros em união com Maria e com o nosso Pai e Fundador.

Ele mesmo confessa:

“ Tão intimamente estou ligado aos meus,

Que nos sentimos sempre como unidade:

de sua santidade eu vivo e me sustento,

por eles também estou pronto a morrer com alegria.

 

Tão íntima e fielmente estou unido a eles,

Que dentro de mim uma voz sempre me diz:

Teu ser e tua vida repercutem neles,

Determinam sua desgraça, ou aumentam sua felicidade”.

(Rumo ao céu, 470-471)

 

Mãe, tu nos chamaste

e selaste conosco uma Aliança de Amor:

Aliança que enlaçou para sempre o nosso coração com o teu.

Tornamo-nos um na unidade do amor.

 

Mãe, nós te agradecemos para sempre, somos tua propriedade.

Jamais estaremos sozinhos, pois teu olhar vela por nós, teu coração pulsa com o nosso, partilhas de nossa vida e de nosso sofrer.

 

Mãe da Aliança, somos teus e tu és nossa Mãe para sempre.

A ti pertence a nossa vida, pois te entregamos tudo o que somos e temos.

 

A ti pertencem os nossos olhos que, a partir de agora, serão os teus olhos a irradiar ao mundo o teu carinho, o teu amor.

A ti pertence a nossa boca. Que ela seja mensageira de teu amor e bondade.

A ti pertencem os nossos ouvidos. Ajuda-nos a ouvir tua voz e a voz do irmão necessitado.

 

Mãe da Aliança, tu nos chamaste pelo nome e nos escolheste como filhos

E instrumentos do Reino de Cristo. Por este Reino empenhamos nossas forças e nossa vida.

Concede-nos Mãe a fidelidade eterna à Aliança que selamos contigo.

Em ti e por ti, possamos conduzir o mundo à perfeita Aliança com Deus, nosso Pai. Amém.

 

Elaborado por Ir. M. Clades Schwengber – Santuário Tabor da Esperança.

Fontes: Viver em Aliança – preparação e aprofundamento da Aliança

(Trechos da página 259-261)
Louvores a Maria – página 59-60

 

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