Testemunho Bianca Ribeiro

25 de Janeiro de 2018 às 00:14

Quando visitei o túmulo do Pai e Fundador da Obra Internacional de Schoenstatt, Padre José Kentenich, na Alemanha, em 2011, disse a ele: 
“Padre José Kentenich, pelo que escuto das pessoas mais velhas e que tiveram um encontro com o senhor, quando ainda estava vivo, dizem que se sentiam amadas, compreendidas e que o senhor as conhecia pelo nome. Mas eu não sei se o senhor sabe realmente de mim, se o senhor tem essa atenção comigo, se ao menos sabe o meu NOME…”
Fiquei ajoelhada pertinho do túmulo dele em silêncio… naquele momento compreendi que ele quer me conhecer mais e que para isso eu preciso falar de mim para ele, preciso contar sobre minha vida, minhas coisas, minhas preocupações e sonhos e que assim vamos construindo nossa relação de amor e confiança…
Então desci sozinha até o Santuário Original e, enquanto descia o Monte, resolvi ir conversando com ele. Enquanto caminhava fui contando tudo em detalhes que vivi, o que vivo, o que sonho e pedindo a orientação dele e sua intercessão. Foi uma conversa muito verdadeira e franca, não omiti nenhuma parte sobre minha vida.
À noite, recebi um “telefoninho do Pai” (uma mensagem dele), que dizia: “Inscrevi seu NOME em meu coração” (sim, com a palavra ‘nome’ em negrito).

Fiquei muito emocionada! Não conseguia traduzir em palavras a alegria de ouvir isso dele! Senti que ele jamais vai esquecer-se de mim e que me acompanharia desde então. Agora posso dizer que ele me conhece, que ele me ama e que estou em seu coração.

Hoje, em todas as situações, peço que ele me acompanhe e me oriente. E procuro ser para as pessoas essa ponte para Deus, esse transparente de Deus, a exemplo dele. Isso me ajuda a me aproximar ainda mais da vontade do Pai do céu e sentir a Mãe a me educar e acolher em seus braços maternais.

 

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